20 setembro, 2006
19 setembro, 2006
18 setembro, 2006
13 setembro, 2006
o meu rico dinheirinho....
Se tiverem mais do que 15 anos, 2 deditos de testa e gostam de ir ao clube vídeo buscar as últimas novidades como eu, porque eu cá não vou ao cinema, não tenho paciência para ouvir o ruminanço das pipoca, o sorver da colas, os risinhos, as conversinhas, e a falta de intervalo... oh meu deus... as pernas dormentes e o rabo assado nas cadeiras forradas a pelúcia tipo CP, a cabeça do vizinho da frente que gosta de se esticar para que as pessoas baixinhas, tipo eu, não vejam nada... enfim, é por estas e por outras que não pago 5€ para ir ver um filme no grande ecrã. Tenho a minha sala de estar onde posso estar a assitir a um filmezinho e o único barulho é proveniente das minhas próprias pipocas, acabadinhas de sair do microondas.
Bom, mas a introdução vai longa. E isto tudo a propósito de um dos últimos filmes que aluguei. Este post ainda vai para a nova categoria deste blog, Filmes Alugados - uma crítica!!
Bom, mas como eu estava a dizer, se tiverem mais do que 15 anos, etc e tal, não aluguem o Hostel. Ainda por cima apresentado pelo Quentin Tarantino, que parece estar a perder qualidades a olhos vistos, pensei que valesse alguma coisa.
Uma história (ou será estória?) que até merecia ser bem explorada - um lugar onde os psicopatas podem torturar desgraçados, que foram raptados, até à morte, a troco de muito dinheiro. Mas aquilo está tudo muito mal amanhado e a história conta-se em três pontos, a saber;
1ª - três amigos que só querem gajas (boas, claro), são enganados com uma descrição detalhadas de alegres orgias com as tais gajas (boas, está mais do que claro) e vão parar a um daqueles países russos, nem sei qual ( e nisto já passou metade do filme)
2º - os amigos e as gajas (não as boas - que essas ajudam a raptar os gajos) começam a desaparecer e um deles consegue descobrir os outros no tal sítio da tortura
3º - sangue, dedos cortados, olhos furados, sangue, mãos cortadas, serras eléctricas, pistolas, sangue, bisturis, facalhões do mato, sangue, corpos desmembrados, mais sangue... ele salva uma chinesa, japoesa, sei lá.. que entretanto se mata porque tem um olho furado e já cheiinho de pus e mata um dos maus. The End
Depois não digam que não foram avisados.
E já agora também não aluguem o Terror na Montanha (ainda é pior).
10 setembro, 2006
APCA

A Associação de Protecção aos Cães Abandonados (APCA) terá um bazar a favor dos seus cães todos os 1ºs Domingos de cada mês das 14H às 18H. O próximo será no dia 3 de Setembro!
Na seguinte morada:Rua Pedro Franco Nº 10 Birre (Cascais)- Junto ao MacDonald's.
Têm:
-Decoração ,Velharias , Bijuteria, Livros, Vestuário, Rifas Surpresa e mais...
02 setembro, 2006
química fm(*) *sonoridade punk
O Billy é autor da Química FM, uma nova rádio de sonoridade punk a partir de 01 de Setembro, sempre às quintas-feiras e às 22h na 105.4 FM , cuja ideia e motivação passo a transcrever:
QUÍMICA FM
PAIXÃO, INDEPENDÊNCIA, MILITÂNCIA
No dia 1 de Setembro de 2006 nasce, no concelho de Cascais, um projecto de rádio ímpar no panorama actual da Grande Lisboa.
A Química FM, que emite em 105.4 FM, é um projecto financeira e esteticamente independente, motivado pelo prazer de fazer e ouvir rádio.
É uma rádio feita por pessoas, e não uma máquina de alinhar discos. A Química FM ocupa, tanto fisicamente como no éter, o espaço que pertence à CSB Rádio.
Nasce, sobretudo, da vontade e da necessidade urgente de devolver à área da Grande Lisboa o amor pela rádio feita por gente apaixonada por música e pela nobre arte de comunicar.
Nasce, desde logo, desalinhada da ditadura da formatação que se abateu sobre o espectro radiofónico nacional.
Na Química FM não há playlists. O que há, acima de tudo, é a música que melómanos de longa data – entre músicos, DJs e jornalistas – acumularam e continuam a acumular nas suas colecções.
É, por isso, uma rádio feita com os mesmos critérios com que minuciosamente se constrói uma discoteca caseira.
Na Química FM haverá pop, haverá electrónica, haverá as chamadas músicas do mundo, haverá jazz, haverá espaço para experiências sónicas, haverá reggae e, naturalmente, haverá atenção sobre a produção portuguesa.
Sempre, e aí reside o maior trunfo desta rádio, com os olhos postos naquilo que não é óbvio, naquilo que não é debitado em larga escala pelos órgãos de comunicação actualmente existentes.
A Química FM não é escrava de estudos de mercado nem de auditorias inconsequentes. É, isso sim, o espelho do que de mais relevante e pungente foi e continua a ser produzido dentro de um universo que se convencionou chamar de alternativo. A grelha da Química FM é o alinhamento de pessoas “reais” ao longo do dia e da semana.
É o alinhamento de programas mais generalistas e de uma considerável dose de programas de autor, a área onde toda a História da rádio sempre conheceu maior criatividade. A Química FM não é transgressora por sê-lo, não vive com uma atitude gratuíta de confronto. Se se mostra desalinhada é porque, ao longo dos anos, o panorama radiofónico português se encaminhou para um estado vegetativo de normalização.
Além da música, que é a figura central da actividade da Química FM, abre-se igualmente espaço para a informação. Sem sobrecarga, sem um peso insustentável, mas devidamente doseada e dividida em espaços ao longo do dia. À informação generalista juntar-se-á uma importante componente de informação cultural.
Na Química FM, a cultura não é um monstro assustador e anafado, mas um objecto de prazer genuíno. A partir de 1 de Setembro, a Grande Lisboa passa a ter uma alternativa real ao tom monocórdico que caracteriza o espectro radiofónico. Passa a ter uma rádio com gente dentro.
A Condução Eléctrica, A Indução Magnética, A Recepção Simbiótica estão activadas no laboratório da Química em 105.4 FM.


